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Maceió é uma das 4 melhores cidades do mundo para comprar segundo imóvel, diz especialista

Publicado em 21 de Janeiro de 2019

Quais são as 4 melhores cidades do mundo para comprar uma segunda residência?

Para a norte-americana Kathleen Peddicord, referência mundial em temas como investimentos internacionais, custo de vida e melhores destinos para se aposentar, Maceió é a única cidade do Brasil indicada (ao lado de três outros destinos no Chile, México e Colômbia) para adquirir uma casa em 2019.

De acordo com a escritora, que nasceu em Baltimore, nos Estados Unidos, mas já viajou por mais de 70 países e investiu em mais de 24 deles, Maceió se destaca não apenas pelo clima, águas mornas azul-turquesa e uma das melhores orlas do Brasil (com menos ambulantes e turismo sexual do que outras cidades no país), mas também pelo valor mais acessível para se adquirir um imóvel. “Você pode comprar uma apartamento grande de três quartos aqui por menos de R$ 75 mil dólares (o equivalente a quase R$ 282 mil reais na cotação desta segunda, 21 de janeiro)”.

Ainda que o valor de um imóvel de três quartos (ainda mais perto da praia) precise ser atualizado, o fato é que, ao menos quando comparada com outras cidades (como Rio e Florianópolis), Maceió ainda teria preços mais acessíveis para uma orla que a especialista classifica como uma das mais bonitas do país.

A indicação da colunista em seu blog na revista Forbes chama mais uma vez atenção para o potencial de Maceió como mercado imobiliário de segunda residência com foco em investidores dispostos a ter uma segunda casa ou um refúgio para viver como aposentado – assim como o Algarve, em Portugal, se tornou uma centro de segunda residência para os ingleses e moradores de países mais frios do Norte da Europa.

“Sem dúvida, o mercado de segunda residência em Maceió tem um potencial ainda muito pouco explorado”, diz Felipe Cavalcante, que fundou em 2006 a Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico (Adit), entidade pioneira no setor que se tornou referência nacional na área. “Para que esse potencial seja alcançado, contudo, precisaríamos contar com uma malha aérea internacional bem mais ampla do que a atual, além de intensificarmos o trabalho de promoção em feiras internacionais para o fechamento de parcerias com empresas de outros países para a promoção e venda de imóveis”.

Ou seja: sem parcerias internacionais e sem uma oferta maior (e acessível) de voos, o mercado de segunda residência em Maceió continuará muito aquém do potencial.

Até lá, contudo, a indicação espontânea de Maceió por Kathleen Peddicord ajuda a projetar a cidade no radar dos investidores internacionais.


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